Startups não morrem por falta de código.
Morrem por falta de gente querendo.
Meses de código (ou de poupança) gastos numa ideia que ninguém pediu.
Golden Circle num PDF, Lean num Figma, PEST numa planilha — e nada conversa.
Você "acha" que tem demanda, mas nunca botou a oferta na frente de um estranho.
Dois movimentos.
Um só lugar.
Primeiro você organiza o pensamento. Depois prova que ele se sustenta lá fora. O BluePrint conecta as duas pontas.
Uma trilha que
pensa com você.
Cada ferramenta puxa da anterior. Você não preenche caixas soltas — constrói um raciocínio. E a IA lê tudo junto: quando o seu "público" no Golden Circle não bate com o "segmento" do Lean, ela avisa.
Pensar é metade.
A outra metade é provar.
Em três passos a sua ideia sai do canvas e vira uma oferta na frente de gente de verdade.
Configure em minutos
Os textos já vêm preenchidos pela IA a partir dos seus canvas. Você ajusta e escolhe o CTA: formulário, WhatsApp ou lista de espera.
Publique seu projeto
Uma landing limpa, focada 100% em conversão, no ar em instantes. Sem código, sem espera.
Meça a demanda real
Visitas, cliques no CTA, taxa de conversão e a lista de leads capturados — em tempo real, num dashboard só seu.
A ideação não é
palpite. É método.
A etapa de ideação do BluePrint foi desenhada com dois pesquisadores insanos da PUCRS que estudam negócios. Cada passo segue um protocolo testado em campo.
Quem validou, parou de adivinhar.
"Em uma semana eu tinha 80 e-mails de gente querendo meu produto. Parei de discutir achismo com meu sócio."
"A IA achou uma contradição entre o meu público e o meu preço que eu não tinha enxergado em 6 meses."
"Levei o dashboard de leads pra reunião de anjo. Mudou completamente a conversa."
Comece de graça.
Evolua quando precisar.
Duas etapas, três opções. A validação só começa quando você precisar dela.